Objetivo de contar a história da raça negra de Magé e a oringem do quilombo em Maria Conga , dos bairros vizinhos e de outros quilombolas.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
entrevista feita com descendentes dos quilombolas
E uma conversa agradável com o senhor Edio pude conhecer um pouco mais a sua história.Segundo ele morador do bairro a muitos anos e sua esposa Dulcenir ambos descendentes dos quilombolas me relataram que sua biza vó Eugenia Inacia de jesus cuidava dos filhos das escravas .Filhos esses que nasciam sob a proteção da lei do ventre livre ,ela tinha apenas 14 anos e cuidou dessas crianças livres até que a liberdade de suas mães chegasse em 13 de maio de 1888.segundo ele ouviu muitas histórias de seus tios Antenor Correia nascido em 1915e seu pai andré matias nascido em 1919 que vive até hoje com seus familiares,ambos filhos de Izaltino lopes nascido em 1900, segundo relato de seu Édio. A mesma história ouvi de sua esposa sobre sua biza vó.A família vive na bairro maria conga até hoje com muita dignidade e mostrando a força desse povo que hoje conquistou muitas vitórias
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É muito bom sabermos de Histórias desse Quilombola, principalmente de pessoas que ouviram de seus antepassados e ainda vivem no nosso meio.
ResponderExcluirHoje dia 05 de outubro é o aniversário de morte da Maria da Conceição (Maria Conga) que faleceu em 1895. Precisamos saber onde ela morreu para procurar no cartório o seu óbito. Essa certidão vai dá a credibilidade para nós e provar que essa lutadora pelos direitos sociais não foi somente um espírito ou coisa parecida. Maria Conga teve um corpo e viveu em Magé.
Em breve estarei disponibilizando a vida de João Antonio Guaraciaba que nasceu em 1850 e viveu também no nosso meio por 126 anos ou mais.
Um abraço para o povo desse Quilombo.
Magé meu pequeno Magé, Gigante nas páginas da História.
Gilvaldo Dias Guerra
Grupo Resgate Memória Magé.