Objetivo de contar a história da raça negra de Magé e a oringem do quilombo em Maria Conga , dos bairros vizinhos e de outros quilombolas.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Aos meus amigos da Maria Conga
Quero agradecer a todos os amigos do bairro Maria Conga pelo carinho que todos tem me dado.Independente de que possa acontecer,quero que saibam que sou muito feliz por conviver com todos.Um abraço;
No texto escrito por colunista chamado Antonio Seixas no endereço: http://www.jornalmileniovip.com.br, que critica livros e artigos publicados recentemente que alimentam lendas como a aldeia timbira em Magé ou o nascimento do barão de Iriri e da escrava Maria Conga (esta uma entidade afro-brasileira encontrada em terreiros de umbanda de norte a sul do país).
Diz ainda o ilustre membro da Academia Mageense "que a história de Magé ainda está para ser escrita dentro de uma metodologia historiográfica, sem o ufanismo que Renato Peixoto dos Santos lhe impôs com “Magé, a terra do Dedo de Deus” (1957).
A história não se faz com romantismo, mas com provas concretas."
Considerações:
Primeira: Lenda da Mirindiba
Faz parte do Livro: Magépe-Mirí de Wilson J. Pinto (Rio de Janeiro: Pallas, 1982. 2ªed.) Esse livro foi escrito a partir de informações recolhidas, em 1780, por Tesais Martins de Jesus, que visitou inúmeras regiões mageenses, e anotadas pelo autor em 1964.
Segunda: O Barão de Irirí Reportagem do Jornal o Fluminense em 13 de maio de 1988, que diz que ele viveu e morreu em Magé.
Terceira: Escrava Maria Conga (uma entidade afro-brasileira encontrada em terreiros de umbanda de norte a sul do país).
No final do ano de 1987 o historiador Dário Navarro conheceu um negro andarilho internado no Lar São Vicente de Paulo, (asilo ainda existente em Magé), que alegou ter nascido no Quilombo e conhecido a mãe preta. Depois de dois anos de pesquisa ele encontrou uma pessoa que testemunhou que Maria Conga foi a fundadora do Quilombo. E que a mãe preta Maria Conga ou Maria do Congo, não era um mito ou fantasia popular. Ela adotou a luta dos negros, ensinou como se luta pelos direitos da cidadania, foi defensora do direito Civil, figura política na época. Em 1988, no Centenário da lei Áurea a Comunidade Mageense proclamou Maria Conga heroína de Magé.
Na luta para manter viva a história do quilombo, a senhora Ivone Mattos Bernardo lutou incansavelmente para buscar o reconhecimento da comunidade, sendo esta Certificada como Comunidade Remanescente de Quilombo através da Fundação Cultural Palmares no ano de 2007
Que pena que os Membros da Academia de Letras de Magé, só agora em 2012, isto é, depois de algumas pessoas deixando a vergonha de ser mageense de lado e produzirem alguma coisa que lembram fatos que se apagaram da memória do nosso povo, quererem fazer alguma coisa. Acho que nunca é tarde, mas criticar é fácil, o difícil é fazer.
Criticar um pessoa como Renato Peixoto, dizendo que o seu livro foi ufanismo é lamentável. Esse livro foi lançado pouco meses antes de nascer e nunca ouvi falar nesse personagem e quando li, foi revigorar a alma de um Mageense.
Precisamos da união de todos, para que o todo não se percam! Esse negócio de dizer que moramos em Magé e a pessoa responde: "Magé, ficam perto da onde". Magé não fica perto de município nenhum. Os municípois vizinhos é que ficam perto de Magé.
Gostaria que a Isabel/outros, respondesse sobre a Maria Conga ao colunista do Milenio Vip. Antonio Seixas. Entre em contato no Site, que chegará a ele.
No texto escrito por colunista chamado Antonio Seixas no endereço:
ResponderExcluirhttp://www.jornalmileniovip.com.br, que critica livros e artigos
publicados recentemente que alimentam lendas como a aldeia timbira em
Magé ou o nascimento do barão de Iriri e da escrava Maria Conga (esta
uma entidade afro-brasileira encontrada em terreiros de umbanda de
norte a sul do país).
Diz ainda o ilustre membro da Academia Mageense "que a história de
Magé ainda está para ser escrita dentro de uma metodologia
historiográfica, sem o ufanismo que Renato Peixoto dos Santos lhe
impôs com “Magé, a terra do Dedo de Deus” (1957).
A história não se faz com romantismo, mas com provas concretas."
Considerações:
Primeira: Lenda da Mirindiba
Faz parte do Livro: Magépe-Mirí de Wilson J. Pinto (Rio de Janeiro:
Pallas, 1982. 2ªed.)
Esse livro foi escrito a partir de informações recolhidas, em 1780,
por Tesais Martins de Jesus, que visitou inúmeras regiões mageenses, e
anotadas pelo autor em 1964.
Segunda: O Barão de Irirí
Reportagem do Jornal o Fluminense em 13 de maio de 1988, que diz que
ele viveu e morreu em Magé.
Terceira: Escrava Maria Conga (uma entidade afro-brasileira encontrada
em terreiros de umbanda de norte a sul do país).
No final do ano de 1987 o historiador Dário Navarro conheceu um negro
andarilho internado no Lar São Vicente de Paulo, (asilo ainda
existente em Magé), que alegou ter nascido no Quilombo e conhecido a
mãe preta. Depois de dois anos de pesquisa ele encontrou uma pessoa
que testemunhou que Maria Conga foi a fundadora do Quilombo. E que a
mãe preta Maria Conga ou Maria do Congo, não era um mito ou fantasia
popular. Ela adotou a luta dos negros, ensinou como se luta pelos
direitos da cidadania, foi defensora do direito Civil, figura política
na época. Em 1988, no Centenário da lei Áurea a Comunidade Mageense
proclamou Maria Conga heroína de Magé.
Na luta para manter viva a história do quilombo, a senhora Ivone
Mattos Bernardo lutou incansavelmente para buscar o reconhecimento da
comunidade, sendo esta Certificada como Comunidade Remanescente de
Quilombo através da Fundação Cultural Palmares no ano de 2007
Que pena que os Membros da Academia de Letras de Magé, só agora em
2012, isto é, depois de algumas pessoas deixando a vergonha de ser
mageense de lado e produzirem alguma coisa que lembram fatos que se
apagaram da memória do nosso povo, quererem fazer alguma coisa. Acho
que nunca é tarde, mas criticar é fácil, o difícil é fazer.
Criticar um pessoa como Renato Peixoto, dizendo que o seu livro foi
ufanismo é lamentável. Esse livro foi lançado pouco meses antes de
nascer e nunca ouvi falar nesse personagem e quando li, foi revigorar
a alma de um Mageense.
Precisamos da união de todos, para que o todo não se percam! Esse
negócio de dizer que moramos em Magé e a pessoa responde: "Magé, ficam
perto da onde". Magé não fica perto de município nenhum. Os municípois
vizinhos é que ficam perto de Magé.
Gostaria que a Isabel/outros, respondesse sobre a Maria Conga ao colunista do Milenio Vip. Antonio Seixas. Entre em contato no Site, que chegará a ele.
Grupo Resgate Memória Magé
Gilvaldo Dias Guerra
Homenagem à Magé
ResponderExcluirhttps://plus.google.com/collection/89sKpB
Homenagem à Santo Aleixo
https://www.youtube.com/watch?v=cTetTP9XQdA
Ivone Boechat